COMO EMPRESAS BRASILEIRAS PODEM SE TORNAR MAIS ÁGEIS ENFRENTANDO DESAFIOS LOGÍSTICOS

Você já se deparou com dificuldades ao fazer a gestão na logística? Falta de preparo técnico de profissionais, recursos limitados, transportes inadequados. Esses são alguns dos desafios que os profissionais de logística do Brasil enfrentam diariamente. As áreas de produção são espalhadas por todo o país, contudo há uma ineficiência da infraestrutura e uma dependência de recursos que estão além do alcance das empresas, como: estradas transitáveis, hidrovias, ferrovias, transporte aeroviário.

Na ausência de investimentos no setor logístico, algumas empresas investem na própria estrutura para compensar, como é o caso da Amaggi Navegação. A empresa, que iniciou uma fase de expansão do escoamento de grãos pelo Norte do país, em 2015, colocou em operação um Terminal de Uso Privado (TUP) e uma estação de transbordo de cargas. O resultado, de acordo com o diretor da Amaggi Jorge Zanatta, foi de menor custo, por exemplo, no terminal flutuante, que tem um valor inferior ao convencional.

A logística envolve um amplo conjunto de atividades, desde o fornecimento de produtos até a distribuição final ao mercado. Seu fluxo, que inclui transporte, produção, e controle de elementos da cadeia de suprimentos, tem exigido integração e automatização dos processos, assim como um software na logística, que melhora o gerenciamento, a visualização em tempo real das operações e possibilita funcionalidades aprimoradas que apenas as soluções best-of-breed podem atender.

No entanto, mesmo com novas possibilidades de gestão, o setor tem enfrentado grandes desafios de uma infraestrutura precária que impossibilita um trabalho mais preciso e um melhor gerenciamento. A falta de preparo dos profissionais também afeta o desempenho da logística no Brasil, isso porque, para a cadeia de gestão logística, é preciso um conhecimento amplo no gerenciamento.

Os recursos de transportes também são limitados. Considerando o tamanho do país, a modalidade de transporte rodoviário também enfrenta dificuldades. De acordo com a Confederação Nacional de Transportes (CNT), em 2009, o Brasil movimentou suas cargas predominantemente pelas estradas:

• 61,1% de toda a carga transportada no Brasil usou o sistema modal rodoviário;
• 21% passaram por ferrovias;
• 14% pelas hidrovias e terminais portuários fluviais e marítimos;
• Apenas 0,4% por via aérea.

Pensando em tudo isso, o que uma empresa pode fazer para se tornar mais ágil ao investir em infraestrutura?

 

 

Utilizar ferrovias particulares

O transporte ferroviário é mais rápido do que o marítimo e mais barato do que as operações aéreas e rodoviárias. A ferrovia tem se mostrado uma alternativa de potencial para melhorar o sistema de carga no Brasil e como qualquer outro sistema depende de bons investimentos para melhor funcionamento.

O modal ferroviário se destina a transportar um maior volume de cargas a longas distâncias. Com o auxílio de um software na logística, é possível desempenhar uma importante contribuição à economia, tornando-se um excelente meio para que o transporte de cargas seja levado direto para o destino final, de forma rápida e segura.

 

Investir em portos

Os portos tornaram-se uma nova fronteira no mundo logístico. O investimento em um porto destinado exclusivamente às cargas pode reduzir significativamente o custo de frete para os produtores. Os terminais são verdadeiras plataformas logísticas, equipadas com instalações para o manuseio de contêineres e cargas no geral.

 

Investir em armazéns sistematizados

A sistematização nos armazéns, por meio de um software na logística, aplicado à operação do centro de distribuição (CD), pode proporcionar uma ampla gama de benefícios quando o assunto é organizar a estrutura do armazém. Não adianta investir fora, se a empresa não está organizada por dentro. Isso inclui maior economia de espaço, melhor produtividade, fluxo de movimentações mais eficientes, operações mais seguras, reduções no inventário, melhor ROI (Retorno sobre Investimento) e menor custo de ciclo de vida.

As atividades do armazém, como paletização, controle de produtos, armazenamento, precisam de gerenciamento a fim de possibilitar mais espaço e melhor organização para transição de cargas. Um armazém sistematizado passou a ter uma influência direta na eficiência da cadeia de suprimentos.

À medida em que a economia se recupera, apenas as empresas que podem entregar produtos de forma rápida e eficiente terão uma verdadeira vantagem competitiva. E uma das maneiras mais eficazes para atingir esse objetivo é por meio de sistemas.

A tecnologia RFID, por exemplo, auxilia o rastreamento em tempo real de todos os produtos que entram e saem do armazém, resultando em um controle de estoque mais apertado. Além disso, o software na logística minimiza o espaço de armazenamento ao mesmo tempo em que maximiza o manuseio do mix de produtos.

Outra preocupação das empresas de logística é com o rastreamento dos materiais que estão em movimento. No caso de um armazém que possui um sistema, é possível uma maior visibilidade desse movimento e manuseio do produto correto.

Toda boa infraestrutura na cadeia logística depende de processos sistematizados de gerenciamento e processamento de cargas, possibilitando maior assertividade para os operadores e maior produtividade nas atividades dentro e fora do armazém. Hoje os consumidores exigem o máximo do uso da tecnologia para garantia do prazo de entrega e da vida útil do produto, além de suas condições de acordo com a fabricação.

A aplicação de um software na logística assegura a sustentabilidade e impulsiona a economia, que agora conta com recursos eficientes para evitar gastos desnecessários e manter uma logística ágil e de qualidade.

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